sexta-feira, 31 de maio de 2013
E está quase, e lá vão dois
Nada que não passe, não faça sentido ou razão mas... Mas, é mesmo disso, de mas e de mais mas, e porquês e sabe-se lá mais o quê!
Acabaram-se as aulas... E já lá vai do que falam, ficou-se por onde não devia ter ficado, devia e ainda bem que ficou mas... Mas ainda quando engano esta cena toda acabo sempre por me afogar em mares de cerveja sem fim. Se assim me fico assim me deixam! E nem de manias me contento... Nem de mas ou de cartadas que fazem fugir.
Apenas voltar.
Que se mude, que se cure...
Acabaram-se as aulas... E já lá vai do que falam, ficou-se por onde não devia ter ficado, devia e ainda bem que ficou mas... Mas ainda quando engano esta cena toda acabo sempre por me afogar em mares de cerveja sem fim. Se assim me fico assim me deixam! E nem de manias me contento... Nem de mas ou de cartadas que fazem fugir.
Apenas voltar.
Que se mude, que se cure...
quinta-feira, 23 de maio de 2013
Margarete Schutte Lihotzky
Enquanto faço uma pausa para o fim ao estudo de estruturas, venho aqui confessar uma coisa!
Hoje tive frequência a teoria e foi perguntado, uma comparação entre a Bauhaus e o que contribuiu para o aparecimento e reconhecimento das mulheres da arquitectura, bem, dei por mim com tanta mulher por aí a escolher a senhora do título como exemplo... Curiosamente, reconhecida por desenhar cozinhas, bem, dei por mim a escrever que as mulheres apenas sabiam fazer cozinhas e é um mérito merecido devido à forte utilização das mesmas, é triste, mas risquei a tempo, foi sem querer, foi dos dias que passam sem me levar, e cama é o que me falta!
Risquei, e falei da senhora que trabalhou com Corbusier e até lhe fez uma Chaise-Longue! Mas, ainda referi para conclusão a senhora da messias, Zaha Hadid. Espero que me tenha redimido!
E amanhã é estruturas, apostei um pack de finos que tirava acima de 13... Por mim, motivação suficiente, mas primeiro, falta perceber alguma coisa fora o nome da cadeira. Se assim o conseguir avisar-vos-ei...
Hoje tive frequência a teoria e foi perguntado, uma comparação entre a Bauhaus e o que contribuiu para o aparecimento e reconhecimento das mulheres da arquitectura, bem, dei por mim com tanta mulher por aí a escolher a senhora do título como exemplo... Curiosamente, reconhecida por desenhar cozinhas, bem, dei por mim a escrever que as mulheres apenas sabiam fazer cozinhas e é um mérito merecido devido à forte utilização das mesmas, é triste, mas risquei a tempo, foi sem querer, foi dos dias que passam sem me levar, e cama é o que me falta!
Risquei, e falei da senhora que trabalhou com Corbusier e até lhe fez uma Chaise-Longue! Mas, ainda referi para conclusão a senhora da messias, Zaha Hadid. Espero que me tenha redimido!
E amanhã é estruturas, apostei um pack de finos que tirava acima de 13... Por mim, motivação suficiente, mas primeiro, falta perceber alguma coisa fora o nome da cadeira. Se assim o conseguir avisar-vos-ei...
segunda-feira, 20 de maio de 2013
Até repito um título: Não fossem vigaristas!
Digam o que disserem, calem-se. De grandes memórias vêm grandes mentes, não que faça sentido mas que é bonito, é. A foda é quando o Ice Tea deixa de ser gelado, perde o sentido, ou Dr, Bayards a saber a morango.
E lá comecei a fazer a minha torre de fósforos... Que supostamente não deveria ser só minha, mas se é para ouvir bitaites é fácil, é arranjar um grupo! Seja torres de fósforos ou páginas de Word sem fim. Grupos de trabalho, isso é que era! Era o que mais faltava! Agora, toca a crescer
Hoje, a nostalgia parva, roubou-me o sentimento néscio de manias ausentes. Foda-se, hoje ainda estou para escrever um livro
E lá comecei a fazer a minha torre de fósforos... Que supostamente não deveria ser só minha, mas se é para ouvir bitaites é fácil, é arranjar um grupo! Seja torres de fósforos ou páginas de Word sem fim. Grupos de trabalho, isso é que era! Era o que mais faltava! Agora, toca a crescer
Hoje, a nostalgia parva, roubou-me o sentimento néscio de manias ausentes. Foda-se, hoje ainda estou para escrever um livro
domingo, 19 de maio de 2013
Xa-la-bing
Na verdade tenho isso, de demente estou a ter muito e de razão quase nada, mas a razão nem precisa de ser verdade. Que a música toque cada vez mais alto, que a música toque sem ter de a pôr a tocar.
E começa agora, a últimas voltas desta 2ª corrida este ano, embora na 1ª estivesse eu cego e parvo, agora estarei atento e como sempre, a seguir a onda, que de tubarões já eu estou farto
E começa agora, a últimas voltas desta 2ª corrida este ano, embora na 1ª estivesse eu cego e parvo, agora estarei atento e como sempre, a seguir a onda, que de tubarões já eu estou farto
sábado, 18 de maio de 2013
Ausente
Mas mais que arte a arquitectura são as pessoas. Disse messias, e é desta que não desisto de arquitectura.
Sempre ausente... Fiquei eu, nesta viagem, sem me deixar alcançar. E por tão pouco, espero apenas.
Espero em Litros de cerveja e afins, em tostas-mistas de 3 andares e em passeios sem fim. Porquê. Ao menos, aqui sou ouvido por quem deixo, venham as vacas comer de relva já pisada.
Sempre ausente... Fiquei eu, nesta viagem, sem me deixar alcançar. E por tão pouco, espero apenas.
Espero em Litros de cerveja e afins, em tostas-mistas de 3 andares e em passeios sem fim. Porquê. Ao menos, aqui sou ouvido por quem deixo, venham as vacas comer de relva já pisada.
quinta-feira, 9 de maio de 2013
Não fossem vigaristas!
Ooooopa. Apercebi-me de uma cena curtida, em regresso a casa pela manhã conheci uma bacana que me disse: -Olha lá, tu és igualzinho ao Seu Jorge! E eu de guitarra em punho tentei disfarçar como quem conhece a cara de Seu Jorge, disfarcei mal, nem sabia tocar nenhuma música do chavalo. Mas, vim pesquisar e é incrível.
E isto não é a mesma coisa sem vocês. Ontem espalhei-me pelas escadas abaixo e tenho o meu braço esquerdo do tamanho daqueles lutadores de wrestling, de resto, quando me lembrar, aos bocados, conto!
E isto não é a mesma coisa sem vocês. Ontem espalhei-me pelas escadas abaixo e tenho o meu braço esquerdo do tamanho daqueles lutadores de wrestling, de resto, quando me lembrar, aos bocados, conto!
terça-feira, 7 de maio de 2013
A.E.D.H.M.J.P.
Lembrei-me de uma boa promoção. A cada três packs de cerveja, um fígado. Só assim isto funciona, penso que vou começar a verter desta barriga inocente, a transbordar, nunca é demais pedir um pouco de sangue no meio de tanto álcool, um pouco de fé, basicamente!
Vou concordar, é aqui que a gente se demonstra, é aqui que às vezes isto até faz sentido, até se ganha o que se merece. E, o que perdi, e irei perder, será sempre razão para melhorar, e sempre será. Façam de mim o que faço de vocês, seja a dar mergulhos no rio mais imundo do hemisfério norte, a tentar ouvir a serenata, a conhecer pessoas que de tanto estranhas e desconhecidas são fabulosas.
Nazário, vendeu uma casa à namorada do Sérgio Godinho. E já matou um leão só com um braço. E ensino-me uma coisa para a vida, há dois tipos de bichas, as bichas - Goucha e Cláudio Ramos, e as trichas - Castelo Branco.
Não sei do que possa falar, do degredo total que tem sido a festa da Queima, ou da luz de Coimbra, que nestas alturas, acende-se para cada um de nós. "Ontem" "acabei" a "noite" a dedicar um bossa-nova a uma brasileira.
Viva estas desventuras, e não trajo, vejo eu agora, pelo medo da saudade.
Vou concordar, é aqui que a gente se demonstra, é aqui que às vezes isto até faz sentido, até se ganha o que se merece. E, o que perdi, e irei perder, será sempre razão para melhorar, e sempre será. Façam de mim o que faço de vocês, seja a dar mergulhos no rio mais imundo do hemisfério norte, a tentar ouvir a serenata, a conhecer pessoas que de tanto estranhas e desconhecidas são fabulosas.
Nazário, vendeu uma casa à namorada do Sérgio Godinho. E já matou um leão só com um braço. E ensino-me uma coisa para a vida, há dois tipos de bichas, as bichas - Goucha e Cláudio Ramos, e as trichas - Castelo Branco.
Não sei do que possa falar, do degredo total que tem sido a festa da Queima, ou da luz de Coimbra, que nestas alturas, acende-se para cada um de nós. "Ontem" "acabei" a "noite" a dedicar um bossa-nova a uma brasileira.
Viva estas desventuras, e não trajo, vejo eu agora, pelo medo da saudade.
segunda-feira, 6 de maio de 2013
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