Boas vindas messias!
e, pelo menos a partir de quinta, estou bem.
domingo, 28 de abril de 2013
quarta-feira, 24 de abril de 2013
Rasganço
Posso dizer que nunca deixei de pensar ou ter pequenos lapsos de memória que não estou aqui, e incrivelmente, estou bem. Enfim, vim aqui dizer que desisti, não, melhor, que caguei de tentar ter e de puxar o que queria ter e precisava. A podridão egoísta é impressionante, e quando a infantilidade decidir crescer aqui estarei, para ignorar.
E viva Coimbra, que me fez mudar de ideias, que me fez acreditar que a torre da cabra não é um mero relógio mas um enorme pirete direcionado a mim. E que a minha vida seja nostalgia. Que da nostalgia nasce a razão.
E viva Coimbra, que me fez mudar de ideias, que me fez acreditar que a torre da cabra não é um mero relógio mas um enorme pirete direcionado a mim. E que a minha vida seja nostalgia. Que da nostalgia nasce a razão.
domingo, 21 de abril de 2013
Cena tipo
É isso, aos arquitectos-cientistas: Chameil-ha, táctica do papel higiênico, é quem rasga o papel pelo picotado. Quem não arrisca rasgá-lo fora dele. Bingo! E revolucionei a arquitectura
sábado, 20 de abril de 2013
El bigodes en la distância
Ás vezes dá-me nisto, Ás vezes dá-me para reconhecer coisas que não devem ser reconhecidas, ás vezes sou um lugar e ás vezes é tão fácil fugir.
Sei do que falo, de projectos bem comentados e altamente defendidos, mas apenas o que eles representam são fraquezas. Se a arquitectura apenas fosse uma ciência, não haveria melhores exemplos, mas, quebrem-se os cânones e os mandamentos da escola, percam-se as vontades de fazer a vontade, o bom projecto não existe. Existe os bons alunos, espera, os "bons" alunos, os alunos que estes sim tomam a arquitectura como ciência e de uma caixa de desenho de escolha múltipla 3 opções, há os maus alunos, aqueles que não se sabe bem como chegaram até aqui, a fazer brincadeiras e casas-de-banho em cantos. Depois há eu, um parvalhão neo-pós-modernista talvez, um classicista ranhoso, que por entre cabeças programadas de ovelhas a seguirem o pastor é incompreendido. Ainda claro!
Achei piada dizer isto, reflete-se no que são, as pessoas e a sua arquitectura. É dos "arquitectos-cientistas" que vou passar a afastar-me, se é essa a sua ideia, é o que a mente não tem. Um dia, conseguirei mostrar que a resposta nunca é certa, e que o problema é não deixar fugir criatividade, que a minha já se foi há muito. Por enquanto, a minha arquitectura apenas respira por palavras personificadas e grandes gestos que parecem ser de literatura. E, por mais baixo que seja, ainda me vou sentir gigante!
Estou sem barba, estou de bigode e pêra. E não estou virado para nada, estou virado para comprar chocolates no átrio de medicina apenas para fugir dali, um bocadinho que seja. Na quinta, penso, perdi os meus óculos durante 5 horas, perdi-os num matagal de relva até aos artelhos e árvores com 30 anos, no outro lado do rio, fiquei lá deitado, e ao ir-me embora para jantar, os ray-ban ficaram-se por lá.
Mas, em alerta geral, voltei de lanterna na mão e Dominika às costas em buscas dos verdocas perdidos, sorte a minha, que eu antes de ir jantar, procurei durante meia-hora e nada, e, ao voltar, de noite a céu nublado e de violadores à espreita, fez-se magia e apareceram ao olho holandês, mas de certeza que os patos pegaram neles e os mudaram de sítio.
Por agora, fiquei a dever um chocolate todos os dias durante 1 semana. Estava desesperado e na altura pareceu-me uma boa recompensa.
Por enquanto, fujo.
Por acaso, perdeu-se.
quarta-feira, 17 de abril de 2013
Palácio, e prova de contrário
Atitude banal, pelos vistos. Não seria o que esperava de longe, espero pelo conforto sem o pedir. Irritação excessiva por conversas parvas.
Tenho de falar e dizer calma, como se pudesse dizer isso a quem cabeça lhe falta, a quem pelo espelho vê a vida. Vê quem é.
Não sou eu, nem quero ser, messias que tanto me ouviu espero que daí não saia, sucumbi ao desejo de libertar o que seja o que for. Por enquanto vou desistindo aos bocados e quando me provo errado, mais enganado fico. Não ajuda.
E a maçã não tem haver com a sopa. Mas a maçã aqui, quer ser o príncipio do jantar, antes da sopa. Penso.
Estou na aula de história... E a fritar o miolo como ninguém, um dia irei perceber isto, não estou afalar da matéria, mas do que a caminhar me lembro, irei perceber e cagar, irei perceber sem precisar de mudar. Fui eu quem quis isto e há quem só piore, no entanto, mantenho- me através de murros holandezes e à espera de uma atitude que envolva algo fora da idade do armário.
Por enquanto, volto sempre à couraça ver o rio, para, como sempre, enganar-me.
Tenho de falar e dizer calma, como se pudesse dizer isso a quem cabeça lhe falta, a quem pelo espelho vê a vida. Vê quem é.
Não sou eu, nem quero ser, messias que tanto me ouviu espero que daí não saia, sucumbi ao desejo de libertar o que seja o que for. Por enquanto vou desistindo aos bocados e quando me provo errado, mais enganado fico. Não ajuda.
E a maçã não tem haver com a sopa. Mas a maçã aqui, quer ser o príncipio do jantar, antes da sopa. Penso.
Estou na aula de história... E a fritar o miolo como ninguém, um dia irei perceber isto, não estou afalar da matéria, mas do que a caminhar me lembro, irei perceber e cagar, irei perceber sem precisar de mudar. Fui eu quem quis isto e há quem só piore, no entanto, mantenho- me através de murros holandezes e à espera de uma atitude que envolva algo fora da idade do armário.
Por enquanto, volto sempre à couraça ver o rio, para, como sempre, enganar-me.
domingo, 14 de abril de 2013
Tempo dos assassinos
Que não seja, mas que volte.
Novidades, só um furo extra que fiz no meu cinto, sem metáforas mesmo. Que me agarre sem ter se puxar, e fica mais-ou-menos prometido que vou às aulas, fruto do hábito do maldito café perdi esse jeito.
Será esse o nome do meu bar aos 60 anos: Tempo, mesmo tendo em conta as incríveis propostas anteriores. Conceito: nenhum. E isto é verdade, estou a cantar cada vez melhor e já invejo Amália, falta-me é as músicas sem aquele teor estúpido e parvo, embora grandes hinos que se tornaram, vamos ser sinceros, não é para os ouvidos de todos.
E enquanto houver...
A gente vai continuar
Novidades, só um furo extra que fiz no meu cinto, sem metáforas mesmo. Que me agarre sem ter se puxar, e fica mais-ou-menos prometido que vou às aulas, fruto do hábito do maldito café perdi esse jeito.
Será esse o nome do meu bar aos 60 anos: Tempo, mesmo tendo em conta as incríveis propostas anteriores. Conceito: nenhum. E isto é verdade, estou a cantar cada vez melhor e já invejo Amália, falta-me é as músicas sem aquele teor estúpido e parvo, embora grandes hinos que se tornaram, vamos ser sinceros, não é para os ouvidos de todos.
E enquanto houver...
A gente vai continuar
segunda-feira, 8 de abril de 2013
Opa... bem.
Verdade, penso que nem preciso de dizer nada, descobri isto - na parte pesquisar palavras-chave, é o que a malta mete no google e, com outro intuito claramente, vai parar ao meu blog.
Penso que está na altura de algo mudar, não sei porquê. Acho que é uma coisa sensata a fazer, este blog não foi criado para pessoas com distúrbios mentais que não sabem como procurar pornografia... E claro, escrever "pornografia" e sexo neste texto também não ajuda, sim, não precisava de escrever "sexo" nem "penetração" mas escrevi. Que sirva de aviso para os que cá pararem por diferentes razões, aqui não há meninas nuas nem contactos de prostitutas na zona de Coimbra, qualquer coisa, um bom conselho, chama-se classificados e poderão encontrar o procuram no Diário de Coimbra.
Fora disto, a vida não é feita de socorros nem de cadernos riscados com uma bic azul, se assim fosse, estaria a viver em Troia com a Rita Pereira e a ter um caso com a Shakira... Sim, porque ao contrário era chato, estamos a falar de uma colombiana com um filho.
Olá, eu sou o João e sou viciado em tostas-mistas, leite com chocolate e Jorge Palma. Não, não é um anúncio dos classificados. É um pedido de desespero que me tirem daqui ou me provem errado, já lá estive perto, bem perto, e parece que depois disso, parou.
domingo, 7 de abril de 2013
Por tão pouco
fez-se tanto.
Não quero dizer que o barco está assim tão longe, mas se não está longe, mais vale não existir. Tive uma boa pausa entre os meus passeios de loucura e a axonometria longe de acabada (é claro que devia ter sido feita no 1º ano). Conheci 3 raparigas do Porto, uma caloira, a madrinha dela e a madrinha da madrinha dela, como se não bastasse serem do Porto, embora montes de simpáticas, eram de direito. Lá convidaram o sr. bigode alfacinha para jogar umas cartadas, estava a ser bastante fixe, até, claro, descobrirem que aqui o menino era de Lisboa! Caldo entornado, e de que maneira, ainda me defendi com unhas e dentes, mas direito é direito, nem precisam de ter razão. Fez-me distrair e de que maneira, pois vale, com esta brincadeira, foi uma noite sem trabalhar. Mas prefiro vê-lo como um breakthru desta merda toda.
Vou de certezinha ser expulso desta casa, distraído, entrei pela casa dentro a cantar Palma, mas com voz de senhor. Acordei quem não devia, acordei quem acorda e fica zombie, de olhos esbugalhados e meio a arrastar-se pelo chão.
E isto está cada vez mais fundo, e a casa cada vez mais longe, e falta de mão oferecida e dias de praia infinitos, e de ser o que foi, e de ver o tempo que passou e o anseio de algo novo por onde comecei, e agora, voltei a perdê-lo, tenho é medo disto.
A verdade, não foi nada mas foi.... E poderá ser mais.
Não quero dizer que o barco está assim tão longe, mas se não está longe, mais vale não existir. Tive uma boa pausa entre os meus passeios de loucura e a axonometria longe de acabada (é claro que devia ter sido feita no 1º ano). Conheci 3 raparigas do Porto, uma caloira, a madrinha dela e a madrinha da madrinha dela, como se não bastasse serem do Porto, embora montes de simpáticas, eram de direito. Lá convidaram o sr. bigode alfacinha para jogar umas cartadas, estava a ser bastante fixe, até, claro, descobrirem que aqui o menino era de Lisboa! Caldo entornado, e de que maneira, ainda me defendi com unhas e dentes, mas direito é direito, nem precisam de ter razão. Fez-me distrair e de que maneira, pois vale, com esta brincadeira, foi uma noite sem trabalhar. Mas prefiro vê-lo como um breakthru desta merda toda.
Vou de certezinha ser expulso desta casa, distraído, entrei pela casa dentro a cantar Palma, mas com voz de senhor. Acordei quem não devia, acordei quem acorda e fica zombie, de olhos esbugalhados e meio a arrastar-se pelo chão.
E isto está cada vez mais fundo, e a casa cada vez mais longe, e falta de mão oferecida e dias de praia infinitos, e de ser o que foi, e de ver o tempo que passou e o anseio de algo novo por onde comecei, e agora, voltei a perdê-lo, tenho é medo disto.
A verdade, não foi nada mas foi.... E poderá ser mais.
sexta-feira, 5 de abril de 2013
Orientador de costumes
Never run when can walk
Never walk when you can sit
Never sit when you can lay down
Never lay down when you can sleep
Provavelmente o lema de muita gente, menos de quem escolheu desenhar casas para a vida. Nesse caso, funciona mesmo mesmo ao contrário, basta ler de baixo para cima e da direita para a esquerda.
Cada vez mais atrofiado, será demais pedir que feches os olhos quando não estou aí? Continuo à procura do sítio certo e da maneira acertada das coisas, Incrivelmente tenho ouvido menos música e logo tenho pensado mais nas cenas, é isso que me distrai e que faz o de mim o que sou! Reduzi a carga horária de phones no meu ouvido e a diferença extrema anda a corroer-me lentamente, bonita metáfora... Por isso, ando e ando sem parar, sempre a take-ar o long way home, é isso que sei fazer, andar! Nem consigo trabalhar sem o fazer, o que me tira algum tempito a mais claro! Um dia, conseguirei trabalhar a andar, por enquanto trabalho sentado.
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