domingo, 7 de abril de 2013

Por tão pouco

fez-se tanto.

Não quero dizer que o barco está assim tão longe, mas se não está longe, mais vale não existir. Tive uma boa pausa entre os meus passeios de loucura e a axonometria longe de acabada (é claro que devia ter sido feita no 1º ano). Conheci 3 raparigas do Porto, uma caloira, a madrinha dela e a madrinha da madrinha dela, como se não bastasse serem do Porto, embora montes de simpáticas, eram de direito. Lá convidaram o sr. bigode alfacinha para jogar umas cartadas, estava a ser bastante fixe, até, claro, descobrirem que aqui o menino era de Lisboa! Caldo entornado, e de que maneira, ainda me defendi com unhas e dentes, mas direito é direito, nem precisam de ter razão. Fez-me distrair e de que maneira, pois vale, com esta brincadeira, foi uma noite sem trabalhar. Mas prefiro vê-lo como um breakthru desta merda toda.
Vou de certezinha ser expulso desta casa, distraído, entrei pela casa dentro a cantar Palma, mas com voz de senhor. Acordei quem não devia, acordei quem acorda e fica zombie, de olhos esbugalhados e meio a arrastar-se pelo chão.

E isto está cada vez mais fundo, e a casa cada vez mais longe, e falta de mão oferecida e dias de praia infinitos, e de ser o que foi, e de ver o tempo que passou e o anseio de algo novo por onde comecei, e agora, voltei a perdê-lo, tenho é medo disto.


A verdade, não foi nada mas foi.... E poderá ser mais.

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