Atitude banal, pelos vistos. Não seria o que esperava de longe, espero pelo conforto sem o pedir. Irritação excessiva por conversas parvas.
Tenho de falar e dizer calma, como se pudesse dizer isso a quem cabeça lhe falta, a quem pelo espelho vê a vida. Vê quem é.
Não sou eu, nem quero ser, messias que tanto me ouviu espero que daí não saia, sucumbi ao desejo de libertar o que seja o que for. Por enquanto vou desistindo aos bocados e quando me provo errado, mais enganado fico. Não ajuda.
E a maçã não tem haver com a sopa. Mas a maçã aqui, quer ser o príncipio do jantar, antes da sopa. Penso.
Estou na aula de história... E a fritar o miolo como ninguém, um dia irei perceber isto, não estou afalar da matéria, mas do que a caminhar me lembro, irei perceber e cagar, irei perceber sem precisar de mudar. Fui eu quem quis isto e há quem só piore, no entanto, mantenho- me através de murros holandezes e à espera de uma atitude que envolva algo fora da idade do armário.
Por enquanto, volto sempre à couraça ver o rio, para, como sempre, enganar-me.
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