segunda-feira, 24 de junho de 2013

E assim, como o Palma é agora apenas reconhecido pela capa do álbum e o seu fumar de perfil, encontrou-se... E tenho a dizer por novos astutos que por menos se esperou. Como alguém que não é, mas é o que é. Que assim seja, carregado de pacientes, e impacientes...
Deles fujo, deles fogem e de mim foge-se. Ora bem, ora mau.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Ainda tento

Ainda tento e caralhos que se fodam. É de cenas que preciso e de cenas que obstino. Fodaçse e caralho e essas merdas todas

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Moments daqueles, tipo ya men tas a look?

Enquanto misturo dia com noite e estudo com trabalho. Tornei-me prá qui um escravo do afoga mágoas em projecto ou história, maquetations atrás de axonometations, não sei porquê, mas fiz uma axonometria explodida da minha cena, e cada vez me apetece mais legendá-la com "eplode axonometry from the sky of eden", não sei porquê, mas sim! Talvez o prof me chumbe, mas chumbo em grande. Sim, totalmente à mão.

Não há nada para fazer por aqui, apenas malta a enterrar os miolos nos livros de direito ou medicina, apenas tenho trabalhado sem ver fim pela frente, sim, axonometrias, perspectivas e maquetes do caralho. O que é certo é que é apenas um in media res desta porcaria toda, há 2 painéis com a cena que têm de ser feitos, à mão, entrega de uma cena que jamais saberei como se faz, desenhos que jamais terei tempo para desenhar, exame de história que jamais conseguirei acabar de estudar. Em fim, não há fim.

Nem sei de malta ou pouco quero saber, olha, que venha a cena, que venham os finos, que isto acabe e que a praia me engula! Vou emigrar completamente depois disto feito. Mereço e não sou o único, só sair daqui.

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Nem assim nem desde quando

E está quase, e lá vão dois

Nada que não passe, não faça sentido ou razão mas... Mas, é mesmo disso, de mas e de mais mas, e porquês e sabe-se lá mais o quê!
Acabaram-se as aulas... E já lá vai do que falam, ficou-se por onde não devia ter ficado, devia e ainda bem que ficou mas... Mas ainda quando engano esta cena toda acabo sempre por me afogar em mares de cerveja sem fim. Se assim me fico assim me deixam! E nem de manias me contento... Nem de mas ou de cartadas que fazem fugir.

Apenas voltar.
Que se mude, que se cure...

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Margarete Schutte Lihotzky

Enquanto faço uma pausa para o fim ao estudo de estruturas, venho aqui confessar uma coisa!

Hoje tive frequência a teoria e foi perguntado, uma comparação entre a Bauhaus e o que contribuiu para o aparecimento e reconhecimento das mulheres da arquitectura, bem, dei por mim  com tanta mulher por aí a escolher a senhora do título como exemplo... Curiosamente, reconhecida por desenhar cozinhas, bem, dei por mim a escrever que as mulheres apenas sabiam fazer cozinhas e é um mérito merecido devido à forte utilização das mesmas, é triste, mas risquei a tempo, foi sem querer, foi dos dias que passam sem me levar, e cama é o que me falta!

Risquei, e falei da senhora que trabalhou com Corbusier e até lhe fez uma Chaise-Longue! Mas, ainda referi para conclusão a senhora da messias, Zaha Hadid. Espero que me tenha redimido!

E amanhã é estruturas, apostei um pack de finos que tirava acima de 13... Por mim, motivação suficiente, mas primeiro, falta perceber alguma coisa fora o nome da cadeira. Se assim o conseguir avisar-vos-ei...

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Até repito um título: Não fossem vigaristas!

Digam o que disserem, calem-se. De grandes memórias vêm grandes mentes, não que faça sentido mas que é bonito, é. A foda é quando o Ice Tea deixa de ser gelado, perde o sentido, ou Dr, Bayards a saber a morango.
E lá comecei a fazer a minha torre de fósforos... Que supostamente não deveria ser só minha, mas se é para ouvir bitaites é fácil, é arranjar um grupo! Seja torres de fósforos ou páginas de Word sem fim. Grupos de trabalho, isso é que era! Era o que mais faltava! Agora, toca a crescer

Hoje, a nostalgia parva, roubou-me o sentimento néscio de manias ausentes. Foda-se, hoje ainda estou para escrever um livro

domingo, 19 de maio de 2013

Xa-la-bing

Na verdade tenho isso, de demente estou a ter muito e de razão quase nada, mas a razão nem precisa de ser verdade. Que a música toque cada vez mais alto, que a música toque sem ter de a pôr a tocar.

E começa agora, a últimas voltas desta 2ª corrida este ano, embora na 1ª estivesse eu cego e parvo, agora estarei atento e como sempre, a seguir a onda, que de tubarões já eu estou farto

sábado, 18 de maio de 2013

Ausente

Mas mais que arte a arquitectura são as pessoas. Disse messias, e é desta que não desisto de arquitectura.

Sempre ausente... Fiquei eu, nesta viagem, sem me deixar alcançar. E por tão pouco, espero apenas.
Espero em Litros de cerveja e afins, em tostas-mistas de 3 andares e em passeios sem fim. Porquê. Ao menos, aqui sou ouvido por quem deixo, venham as vacas comer de relva já pisada. 

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Não fossem vigaristas!

Ooooopa. Apercebi-me de uma cena curtida, em regresso a casa pela manhã conheci uma bacana que me disse: -Olha lá, tu és igualzinho ao Seu Jorge! E eu de guitarra em punho tentei disfarçar como quem conhece a cara de Seu Jorge, disfarcei mal, nem sabia tocar nenhuma música do chavalo. Mas, vim pesquisar e é incrível.

E isto não é a mesma coisa sem vocês. Ontem espalhei-me pelas escadas abaixo e tenho o meu braço esquerdo do tamanho daqueles lutadores de wrestling, de resto, quando me lembrar, aos bocados, conto!

terça-feira, 7 de maio de 2013

A.E.D.H.M.J.P.

Lembrei-me de uma boa promoção. A cada três packs de cerveja, um fígado. Só assim isto funciona, penso que vou começar a verter desta barriga inocente, a transbordar, nunca é demais pedir um pouco de sangue no meio de tanto álcool, um pouco de fé, basicamente!

Vou concordar, é aqui que a gente se demonstra, é aqui que às vezes isto até faz sentido, até se ganha o que se merece. E, o que perdi, e irei perder, será sempre razão para melhorar, e sempre será. Façam de mim o que faço de vocês, seja a dar mergulhos no rio mais imundo do hemisfério norte, a tentar ouvir a serenata, a conhecer pessoas que de tanto estranhas e desconhecidas são fabulosas.

Nazário, vendeu uma casa à namorada do Sérgio Godinho. E já matou um leão só com um braço. E ensino-me uma coisa para a vida, há dois tipos de bichas, as bichas - Goucha e Cláudio Ramos, e as trichas - Castelo Branco.

Não sei do que possa falar, do degredo total que tem sido a festa da Queima, ou da luz de Coimbra, que nestas alturas, acende-se para cada um de nós. "Ontem" "acabei" a "noite" a dedicar um bossa-nova a uma brasileira.

Viva estas desventuras, e não trajo, vejo eu agora, pelo medo da saudade.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

domingo, 28 de abril de 2013

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Rasganço

Posso dizer que nunca deixei de pensar ou ter pequenos lapsos de memória que não estou aqui, e incrivelmente, estou bem. Enfim, vim aqui dizer que desisti, não, melhor, que caguei de tentar ter e de puxar o que queria ter e precisava. A podridão egoísta é impressionante, e quando a infantilidade decidir crescer aqui estarei, para ignorar.
E viva Coimbra, que me fez mudar de ideias, que me fez acreditar que a torre da cabra não é um mero relógio mas um enorme pirete direcionado a mim. E que a minha vida seja nostalgia. Que da nostalgia nasce a razão.

domingo, 21 de abril de 2013

Cena tipo

É isso, aos arquitectos-cientistas: Chameil-ha, táctica do papel higiênico, é quem rasga o papel pelo picotado. Quem não arrisca rasgá-lo fora dele. Bingo! E revolucionei a arquitectura

sábado, 20 de abril de 2013

El bigodes en la distância

Ás vezes dá-me nisto, Ás vezes dá-me para reconhecer coisas que não devem ser reconhecidas, ás vezes sou um lugar e ás vezes é tão fácil fugir.

Sei do que falo, de projectos bem comentados e altamente defendidos, mas apenas o que eles representam são fraquezas. Se a arquitectura apenas fosse uma ciência, não haveria melhores exemplos, mas, quebrem-se os cânones e os mandamentos da escola, percam-se as vontades de fazer a vontade, o bom projecto não existe. Existe os bons alunos, espera, os "bons" alunos, os alunos que estes sim tomam a arquitectura como ciência e de uma caixa de desenho de escolha múltipla 3 opções, há os maus alunos, aqueles que não se sabe bem como chegaram até aqui, a fazer brincadeiras e casas-de-banho em cantos. Depois há eu, um parvalhão neo-pós-modernista talvez, um classicista ranhoso, que por entre cabeças programadas de ovelhas a seguirem o pastor é incompreendido. Ainda claro!

Achei piada dizer isto, reflete-se no que são, as pessoas e a sua arquitectura. É dos "arquitectos-cientistas" que vou passar a afastar-me, se é essa a sua ideia, é o que a mente não tem. Um dia, conseguirei mostrar que a resposta nunca é certa, e que o problema é não deixar fugir criatividade, que a minha já se foi há muito. Por enquanto, a minha arquitectura apenas respira por palavras personificadas e grandes gestos que parecem ser de literatura. E, por mais baixo que seja, ainda me vou sentir gigante!

Estou sem barba, estou de bigode e pêra. E não estou virado para nada, estou virado para comprar chocolates no átrio de medicina apenas para fugir dali, um bocadinho que seja. Na quinta, penso, perdi os meus óculos durante 5 horas, perdi-os num matagal de relva até aos artelhos e árvores com 30 anos, no outro lado do rio, fiquei lá deitado, e ao ir-me embora para jantar, os ray-ban ficaram-se por lá. 
Mas, em alerta geral, voltei de lanterna na mão e Dominika às costas em buscas dos verdocas perdidos, sorte a minha, que eu antes de ir jantar, procurei durante meia-hora e nada, e, ao voltar, de noite a céu nublado e de violadores à espreita, fez-se magia e apareceram ao olho holandês, mas de certeza que os patos pegaram neles e os mudaram de sítio. 

Por agora, fiquei a dever um chocolate todos os dias durante 1 semana. Estava desesperado e na altura pareceu-me uma boa recompensa.

Por enquanto, fujo.
Por acaso, perdeu-se.

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Palácio, e prova de contrário

Atitude banal, pelos vistos. Não seria o que esperava de longe, espero pelo conforto sem o pedir. Irritação excessiva por conversas parvas.

Tenho de falar e dizer calma, como se pudesse dizer isso a quem cabeça lhe falta, a quem pelo espelho vê a vida. Vê quem é.
Não sou eu, nem quero ser, messias que tanto me ouviu espero que daí não saia, sucumbi ao desejo de libertar o que seja o que for. Por enquanto vou desistindo aos bocados e quando me provo errado, mais enganado fico. Não ajuda.

E a maçã não tem haver com a sopa. Mas a maçã aqui, quer ser o príncipio do jantar, antes da sopa. Penso.

Estou na aula de história... E a fritar o miolo como ninguém, um dia irei perceber isto, não estou afalar da matéria, mas do que a caminhar me lembro, irei perceber e cagar, irei perceber sem precisar de mudar. Fui eu quem quis isto e há quem só piore, no entanto, mantenho- me através de murros holandezes e à espera de uma atitude que envolva algo fora da idade do armário.

Por enquanto, volto sempre à couraça ver o rio, para, como sempre, enganar-me.

domingo, 14 de abril de 2013

Tempo dos assassinos

Que não seja, mas que volte.

Novidades, só um furo extra que fiz no meu cinto, sem metáforas mesmo. Que me agarre sem ter se puxar, e fica mais-ou-menos prometido que vou às aulas, fruto do hábito do maldito café perdi esse jeito.

Será esse o nome do meu bar aos 60 anos: Tempo, mesmo tendo em conta as incríveis propostas anteriores. Conceito: nenhum. E isto é verdade, estou a cantar cada vez melhor e já invejo Amália, falta-me é as músicas sem aquele teor estúpido e parvo, embora grandes hinos que se tornaram, vamos ser sinceros, não é para os ouvidos de todos.

E enquanto houver...
A gente vai continuar

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Opa... bem.

Verdade, penso que nem preciso de dizer nada, descobri isto - na parte pesquisar palavras-chave, é o que a malta mete no google e, com outro intuito claramente, vai parar ao meu blog.
Penso que está na altura de algo mudar, não sei porquê. Acho que é uma coisa sensata a fazer, este blog não foi criado para pessoas com distúrbios mentais que não sabem como procurar pornografia... E claro, escrever "pornografia" e sexo neste texto também não ajuda, sim, não precisava de escrever "sexo" nem "penetração" mas escrevi. Que sirva de aviso para os que cá pararem por diferentes razões, aqui não há meninas nuas nem contactos de prostitutas na zona de Coimbra, qualquer coisa, um bom conselho, chama-se classificados e poderão encontrar o procuram no Diário de Coimbra.  


Fora disto, a vida não é feita de socorros nem de cadernos riscados com uma bic azul, se assim fosse, estaria a viver em Troia com a Rita Pereira e a ter um caso com a Shakira... Sim, porque ao contrário era chato, estamos a falar de uma colombiana com um filho.
Olá, eu sou o João e sou viciado em tostas-mistas, leite com chocolate e Jorge Palma. Não, não é um anúncio dos classificados. É um pedido de desespero que me tirem daqui ou me provem errado, já lá estive perto, bem perto, e parece que depois disso, parou.

domingo, 7 de abril de 2013

Por tão pouco

fez-se tanto.

Não quero dizer que o barco está assim tão longe, mas se não está longe, mais vale não existir. Tive uma boa pausa entre os meus passeios de loucura e a axonometria longe de acabada (é claro que devia ter sido feita no 1º ano). Conheci 3 raparigas do Porto, uma caloira, a madrinha dela e a madrinha da madrinha dela, como se não bastasse serem do Porto, embora montes de simpáticas, eram de direito. Lá convidaram o sr. bigode alfacinha para jogar umas cartadas, estava a ser bastante fixe, até, claro, descobrirem que aqui o menino era de Lisboa! Caldo entornado, e de que maneira, ainda me defendi com unhas e dentes, mas direito é direito, nem precisam de ter razão. Fez-me distrair e de que maneira, pois vale, com esta brincadeira, foi uma noite sem trabalhar. Mas prefiro vê-lo como um breakthru desta merda toda.
Vou de certezinha ser expulso desta casa, distraído, entrei pela casa dentro a cantar Palma, mas com voz de senhor. Acordei quem não devia, acordei quem acorda e fica zombie, de olhos esbugalhados e meio a arrastar-se pelo chão.

E isto está cada vez mais fundo, e a casa cada vez mais longe, e falta de mão oferecida e dias de praia infinitos, e de ser o que foi, e de ver o tempo que passou e o anseio de algo novo por onde comecei, e agora, voltei a perdê-lo, tenho é medo disto.


A verdade, não foi nada mas foi.... E poderá ser mais.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Orientador de costumes


Never run when can walk
Never walk when you can sit
Never sit when you can lay down
Never lay down when you can sleep

Provavelmente o lema de muita gente, menos de quem escolheu desenhar casas para a vida. Nesse caso, funciona mesmo mesmo ao contrário, basta ler de baixo para cima e da direita para a esquerda.

Cada vez mais atrofiado, será demais pedir que feches os olhos quando não estou aí? Continuo à procura do sítio certo e da maneira acertada das coisas, Incrivelmente tenho ouvido menos música e logo tenho pensado mais nas cenas, é isso que me distrai e que faz o de mim o que sou! Reduzi a carga horária de phones no meu ouvido e a diferença extrema anda a corroer-me lentamente, bonita metáfora... Por isso, ando e ando sem parar, sempre a take-ar o long way home, é isso que sei fazer, andar! Nem consigo trabalhar sem o fazer, o que me tira algum tempito a mais claro! Um dia, conseguirei trabalhar a andar, por enquanto trabalho sentado.

quinta-feira, 28 de março de 2013

Repórter de manias

Ah pá...

Isto da música é bom, faz bem e ás vezes (sempre) sonho com essa possibilidade incrivelmente remota de me tornar alta estrela de rock, mas, também leva atrás um sentimento fodido. Isto da música, é a unica forma eficaz, diria, de mostrar de quem para qual a verdade.

Daí ser tramado, a malta ouve aquilo e fica com uns remorsos tramados do que já foi e do que virá.

Lisboa faz-me bem, mais que ninguém. Mas quanto mais fico mais sei que mais perto estou eu da montanha que é Coimbra, e do que não tenho lá. Ninguém vê o que tem, só vê o que não tem, escreveu Leonel, opá, é verdade. Mas, em lá, só me vem à cabeça o que não tenho, nunca o que ganhei ou seja lá o que for.

Vai ser igual, fique cá 2 semanas, 2 meses, ou 2 dias, o regresso é sempre terrível, e tá lá sempre a dar-me tostas na cabeça, é iminente a puta da cena do voltar, mas, estar sempre aqui comigo não! É o que eu digo, tornei-me num afoga mágoas caminhante, à procura de algum louco que me consiga ouvir talvez, que não é fácil alguém conseguir dizer que sim, que me perceba naquela terra!

Já espero uma enchente naquele comboio de segunda, enchente de gente, gente até feliz, ouvi dizer, gente que passou estas férias em Coimbra, gente doente diria. Seria o mesmo, para mim, de as minhas férias serem numa tenda acampada numa sala de aula, há como fugir! Nas férias!

terça-feira, 26 de março de 2013

sexta-feira, 15 de março de 2013

E isto vai cada vez pior...

Hoje ainda fui sair, mas lá fui bombardeado de nostalgias alfacinhas no pensamento, com companhia bem fixe do que resta, é cá de Coimbra mas é bem simples e vá, compreende cenas!
Cada vez que passa um fim-de-semana e eu não estou aí parece que estou sempre a levar umas tostas na cabeça. Todos os programas precisam de intervalo, o meu é Lisboa.

Já pensei em se calhar, mudar este nome, realmente: nu em coimbra.... Isto é dirigido para a malta amontoada antes de chegar ao rio [Tejo]. Não para os de cá. Os do rio Mondego que embora bonito, para mim é apenas uma fronteira entre isto e isso.

Ah, e já agora: GOGOL NA QUEIMA!

domingo, 10 de março de 2013

Sofá sem almofadas

Juro, que tanto queria eu que o comboio que me trazia para longe do meu lugar, viesse a demorar mais que 2 horas, podia demorar as horas que for preciso, nem tenho aquela ânsia de chegar, tenho é ânsia de não-chegar. Enquanto estiver dentro do comboio, estou em Lisboa, Coimbra só começa quando o meu pézinho toca na plataforma cinzenta.
É verdade, e é bom que assim seja... Quer dizer, são mais 2 horas que aproveito.
Nu em Coimbra, é o nome disto, também não faço questão de mostrar o meu rabo por estes lados. Mas pode ser que haja alguém que fique, e que não sejam os malucos de rua que por aqui param, já tenho uns 2 ou 3, a guitarra é tipo um chama-pessoas, é bom! É um bom conforto, que é o que me falta.

quarta-feira, 6 de março de 2013

O outro lado, de, tudo!

É fixe, descobrir coisas que já tinhas descoberto.

Não sei da minha garrafa de litro e meio de água que juro tê-la deixado no chão do meu quarto. Procurei, bem procurei. Hoje, ontem, senti-me bem, mais naquela do que, pronto.

E, foda-se, estava mesmo para passear mas a chuva não perdoou, não é que seja coisa que me pare, mas, enquanto parecer um dilúvio, ficarei por casa.

terça-feira, 5 de março de 2013

Feito Conceito

Acho que, pior que não ter, é não querer

Todos os dias passo pela noite latina... E cada vez mais sinto que é um negócio de lixo, o karaoke sempre chama alguém, sempre toma como garantido as meninas de saia curta que sempre quiseram se modelos ou cantoras. Meninas de cursos que, pronto, ninguém sabe bem para que servem... Ou, se servem para alguma coisa!
Saiu-me pela mão. Foi mesmo, e atitudes daquelas das de karaoke. Mas pronto, lá mantenho a minha ideia e pode ser que insistência dê frutos! Lá volto ao cruzamento da couraça, com o rio bem em baixo que corre pelo menos ao que o olho vê, prós lados da capital. Digo eu! Ou então estou bem enganado, mas é um engano que nem me importo, até é bonito, muito! E trouxe a minha guitarrita atrás que já não saía de casa desde muito, continua empenada no que toca às canções de autor e de dias de praia e do controlo incrível de palavras, pénis e Peniche, amendoins e cajús, boxers com cuecas e até sentimentos de árvores, existe uma preocupação sim.


Espero não esquecer esta musicografia toda.

domingo, 3 de março de 2013

Tremoços, cansados de tanto

Também, não estou a procura do meu L'oréal perfeito. Mas quem sabe, nem vou precisar dele, este meu cabelo bem esquisito e cheio de jeitos e sempre a pedir umas festas daquelas sem fim tem o seu charme, ou noutra palavra, coiso.
Também não é a Sonia Tavares a imitar a Amália ao dar aquele ar pop com um vocalista de uma banda de dark-metal, é esquisito vá, não só pelo facto que deu em casamento, por quem canta Driving you slow e made for you e cenas dessas, encontrou, vá, o contrário! encontrou quem canta Let the chidren cum to me e morbid gog e por aí.
Não sei porque disse aquilo, mas até é uma observação interessante, mesmo para que começou a falar da sua busca pelo shampoo ideal. Estranho, muito.
Hoje ia trabalhar, a sério, mas algo se passou e meti-me a andar sem conseguir parar, resultou bastante bem, descobri coisas que já tinha visto do cimo da montanha e sítios mesmo daqueles à filme de violações na floresta... Não era o choupal, chama-se parque verde mas de verde ainda não tem nada.


Ah pá...

sexta-feira, 1 de março de 2013

Reggaeton para el corazon



É verdade, o antigo NK conhecido pelas tristes noites de karaoke da conchada fechou, mas, em grande estilo. Arrecadou então um novo conceito, uma mistura de alfaces de todas as cores juntas na mesma taça: Noite Latina. e adivinha quem arranjou uns vales daqueles ali em cima?

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Hoje nem havia lua

Isto tudo porque.

Hoje fui ao rio ver se via Lisboa, já o tenho feito nos dias que passaram, e manterei esta mania minha de ir para o mesmo sítio, mesmo ponto, e um dia encontrá-la, é só seguir as direções ou esperar que alguém o faça por mim. Ou fingir pelo menos, já chega! 

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Basílica dos vibradores gigantes

Messias, hoje ou melhor, a semana passada talvez.

O que costumava ser um bar de karaoke com excelentes caipirinhas
Passou a ser um bar de dança latina com exímias bailarinas

Fiquei o tempo todo a pensar nisto, nesta frase, espero que tenha valido a pena. Embora tenho quase a certeza que não, era uma maneira diferente de te dizer que o bar das minhas prometidas 4 caipirinhas, fechou. No entanto fica prometido uma dança (por favor diz não) aqui com um macho latino.

P.S. Cena esquisita, parece mesmo que as vizinhas de cima compraram um vibrador gigante, ligaram a corrente no máximo e o deixaram no chão. A minha casa parece estar a ser alvo de um terramoto e o barulho da vibração é terrível. Se bem, que esta ideia das minhas vizinhas terem um vibrador gigante não me parece ser má de todo - É bom sonhar: Um homem é do tamanho do seu sonho, disse Fernando Pessoa.
Embora fique bem melhor e durma como deve ser com o brinquedo desligado

Não podes ficar por aí a dormir

Não dá. Assim não. Já estou a ver que a cena vai tocar de lugar. O jogo da cadeira, completamente. Diz-se nada, e nada é o que é falado.
Talvez da insistência parva de resultados inglórios. A conchada é um nada e as escadas parecem ter crescido com o tempo. Isto de ter ficado mais magro já me está aqui a da cabo do sistema, o sr. maquete desapareceu. e o jeremias cada vez mais meu amigo. Canso-me por tudo... e por nada também. Será a velhice? não, a decência da malta da reforma é astuta, eles lá têm a cabeça que me falta, e o valor que ainda não encontrei.
Espero que não seja o tempo a resolver, espero ser eu. E que seja de vez.
Foda-se mesmo, não estou para fugir e correr na lama, estou aqui é para voar outra vez!

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Arquitectura sem limites

Só espero que isto melhore... Passei a esta merda toda, e pela primeira vez armei-me em king kong e bati com a mão no computador e saí para fora de casa a gritar, mas de alívio, não de desespero!
Estou já a sentir que foi das melhores coisas que já fiz, mudar.
Estou numa super dieta de tostas mistas, já marfei 3 pacotes daqueles do pão de forma em menos de 1 semana, tudo em tostas. Pareço uma formiga atrás de açúcar, e, este mês só de conta da luz foram 72€, só em luz! eu cá só meto os pés para dormir! E comer tostas.
E ai de mim que não aproveite o que me deram, é incrível as luzes da capital estarem tão longe e quanto mais cá fico mais tenho saudades, do fino (imperial) a 50c, do brilhante monólito preto da alameda, das tardes de maravilhosos nadas!
Finalmente sinto-me bem, talvez porque estou de férias, mas finalmente está a fazer sentido.
Novidades, só eu! Ah, e tenho um morcego a viver na arrecadação, chamei-lhe António Costa.

domingo, 27 de janeiro de 2013

Os atrofios são incríveis, bem fodidos e já estou aqui sem saber o que se passa.
Rita, desta maldita Coimbra apenas te posso dar força, e que essas linhas sejam mesmo de ferro

domingo, 20 de janeiro de 2013

Parece fácil até

Sei que para a malta do técnico é como comer nestum de arroz mas para a malta do norte é como dar duas garfadas de arroz de polvo... socorro

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

É amanhã, dia 1 de agosto

Eu bem faço o registo, mas, como era, um suponhamos bem suposto, deveria ser constante, até parece que a culpa é minha.

domingo, 13 de janeiro de 2013

Lá chegou, mas em sentido contrário, apoiado por mim claro, chama-se medo. É talvez o que eu queira, mas a incerteza é enorme.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Nevoeiro

Montes, montes dele. Por enquanto já não sol, fico só à espera que volte.
E agora, já não sei, parecia que sim, mas, só mais uma aposta!